terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Caso Chiarello domina debates no Legislativo


Na Sessão da Câmara nesta terça-feira (06) realizada pela manhã conforme agendado há tempo, o caso Marcelino Chiarello dominou. A Sessão também marcou a saída de Carlos Carlotto dentro do rodizio estabelecido pelo seu partido e a chegada de Elizeu Maggioni que assume no lugar do vereador falecido.

Elizeu Maggioni observou que era um dia atípico, triste e que jamais esperava assumir a cadeira numa circunstância destas onde pela primeira vez em Chapecó um politico em mandato é assassinado. Porem destacou que a vida não pode simplesmente seguir como se nada tivesse acontecido pois precisa ser esclarecido. Para Célio Portela a morte de Chiarello não deveria ter acontecido e justiça é o que se espera.

A Vereadora Angela Vitória disse estar com medo pela primeira sessão – esteve ausente segunda-feira – em função da ausência de Marcelino Chiarello. Para ela há muito a ser esclarecido e o ocorrido deixa toda a cidade em clima de comoção e de medo.

Dalmir Peliciolli emocionado foi a tribuna e disse que ninguém em Chapecó sentiu mais a morte de Marcelino do que ele. “O que a cúpula do partido fez como ele e comigo é inadmissível. Na TV me culparam pela morte”, disse. Segundo Peliciolli desde o assassinato que não sai de casa por medo e seus filhos não vão mais a escola porque os chamam de filhos de um assassino. “Não esperam violência de mim por causas políticas”, disse.

O Presidente da Câmara Itamar Agnoletto disse que agora é preciso apelar também a Deus para que se esclareça o mais rápido possível esse crime. “Chapecó está em estado de sítio sem decreto e nós estamos sendo culpados pelo ocorrido”, destacou. Lamentou que se antecipou o debate eleitoral do ano que vem, o que é uma injustiça com o Vereador falecido. Itamar Agnoletto solicitou a Assessoria Jurídica que peça proteção a PM para todos os vereadores, dentro do que é possível, para evitar violência. “Também estou com medo e de repente não poderemos cumprir com o nosso mandato”, observou Arestide Fidélis. Valdemir Stobe revelou que está também com medo e que já foi condenado por alguns. Mário Tomasi entende que é necessário esclarecer o caso para a Câmara retomar o seu cotidiano.

Fonte desta Informação: Imprensa CMC
Foto por: Imprensa CMC

Nenhum comentário:

Postar um comentário