quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1º de Dezembro Dia Mundial de luta Contra a AIDS



Ter vários parceiros sexuais, não usar a camisinha, beber até cair nas baladas, usar outros tipo de drogas: eis algumas atitudes que podem mudar para sempre a sua vida. Previna –se pois o vírus da AIDS não discrimina ninguém.
Múltiplos parceiros sexuais, deixar a camisinha mofar na bolsa ou na gaveta, beber até embriagar-se, acreditar em príncipe encantado e não usar a camisinha, etc.... são comportamentos de risco. Os números de novos casos de HIV/AIDS provam que as mulheres estão cada vez mais frágeis/vulneráveis. Uma noite de sexo casual pode mudar seus projetos de vida se, você não usar o preservativo!
Aproximadamente 41% das pessoas iniciam o tratamento em estado avançado da AIDS e o principal fator associado à chegada tardia aos serviços de saúde é o desconhecimento da sua condição sorológica. Isto é, as pessoas não sabem que estão infectadas pelo HIV, forte indicativo da priorização e mobilização permanente para estimular o diagnóstico precoce pelo HIV, o vírus da AIDS.
Infelizmente ainda hoje a realização do diagnóstico da infecção pelo HIV ainda continua vinculado ao contexto hospitalar, Pré Natal ou doação de sangue.


CTA - Centro de Testagem e Aconselhamento

Serviço de referência para o acesso universal à testagem e aconselhamento em Doenças Sexualmente Transmissíveis, HIV e AIDS, ações de educação e prevenção promovendo a reflexão às situações de risco que as pessoas estão se expondo.
O não uso da camisinha ainda é visto como sinal de fidelidade e muitas pessoas ao entrar numa nova relação tem sensação de confiança. Porém, sensação de confiança não é sinônimo de segurança. Segurança é o afastamento de todo perigo real, é atitude, é camisinha sempre e com qualquer parceiro, inclusive parceiro fixo.

AIDS

No início da epidemia da AIDS, a doença levava as pessoas a morte num curto espaço de tempo. Não havia tratamento eficaz, era grande a preocupação com a sobrevida das pessoas acometidas pelo HIV. Com o passar do tempo foram surgindo medicamentos que conseguiram controlar a infecção, prolongando o tempo de vida, possibilitando a restauração do sistema de defesa do organismo. Os avanços obtidos no acompanhamento e tratamento possibilitaram uma mudança no modo de ver a AIDS como uma doença crônica.
Controlada a infecção, constatou-se o aumento do tempo de vida dos doentes e uma grande melhora na qualidade da mesma. Atualmente, intensificam-se os estudos e pesquisas por medicamentos mais seguros, com menor impacto no dia a dia, com diminuição dos efeitos colaterais e com a garantia de suporte psicossocial e alternativas para problemas estéticos, proporcionam melhor adesão ao tratamento.

PRECONCEITO

O maior medo das pessoas com HIV/AIDS, ainda hoje, são o medo e o isolamento social, das quais tornam-se vítimas quando é revelada sua condição sorológica .O medo do abandono, da rejeição familiar, o receio de não conseguir mais estabelecer vínculos afetivos, de perder o emprego, o impacto sobre sua reputação, etc., são causadores de grande sofrimento psíquico. Infelizmente, para a maioria das pessoas só tem AIDS quem é promíscuo, homossexual, usuário de drogas e para muitos a AIDS ainda é uma doença de grupos específicos. O que não é verdade.
É inaceitável que, decorridos 30 anos, após a descoberta do HIV, ainda existam pessoas com atitudes descriminatórias e preconceituosas.
Apesar de constantes campanhas de educação, prevenção e o livre acesso à informação, a AIDS é vista como uma doença que só pode acontecer com o outro. Precisamos mudar nosso olhar em relação às pessoas infectadas pelo HIV, pois o preconceito e a discriminação fazem, com que abandonem o tratamento, comprometendo sua vida. E os sentimentos oriundos do preconceito são muito mais devastadores que a AIDS.

MULHER, HIV E AIDS

Foi-se o tempo em que os homens eram a grande maioria dos casos de infecção pelo HIV. As mulheres hoje se, não são ainda a maioria estão quase em igualdade com os homens ao número de casos de HIV/AIDS. Embora toda a evolução do ser humano, ainda há mulheres que em condições de dependência, econômica e emocional, dos parceiros. Estes, além de afastar possibilidades de negociação do uso da camisinha, dificultam a capacidade delas de enfrentar o processo de adoecer feminino, geralmente enfrentando o adoecimento pelo HIV solitariamente tanto no ambiente familiar quanto no trabalho. Além disso, não podem contar, por vezes, com o adequado apoio do parceiro que a infectou com o HIV. A essa dura realidade também se soma o fato de que, existem mulheres com filhos infectados pelo HIV e destes, tornam-se responsáveis por todo o cuidado necessário. A mulher como cuidadora da família acaba se dedicando pouco ao próprio cuidado, afetando negativamente a sua saúde.
Você é responsável pela sua saúde?

Ser saudável não se caracteriza somente pela ausência de doenças. Saúde quer dizer bem estar físico, mental, espiritual. As pessoas devem ser responsáveis pela busca desse equilíbrio ao longo da vida. A iniciativa e principalmente a tomada de atitudes fazem toda a diferença na prevenção de doenças crônicas típicas do processo natural de envelhecimento. Estamos falando de doenças cardíacas, neurológicas, câncer e tantas outras. Os cuidados devem começar já na infância. É preciso superar crenças, entender melhor a forma como algumas doenças afetam a nossa vida e a de outras pessoas. Ter a certeza de que só a informação não protege. É preciso atitude e firmeza diante à situações que exponham nossa saúde. Informe-se sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis e a AIDS. Não vacile! Use camisinha sempre e com qualquer parceiro. Falando em HIV/AIDS: diagnóstico e tratamento precoces garantem boa qualidade de vida. Não perca tempo.


PREFEITURA DE CHAPECÓ
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
PROGRAMA DAS DST\'S, HIV/AIDS - HOSPITAL DIA

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