quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Segundo a Polícia Civil ninguém estava em casa na hora do homicídio do vereador de Chapecó


Familiares foram os primeiros a encontrar Marcelino Chiarello morto na residência


No final da tarde de terça-feira, 29, após o enterro do vereador Marcelino Chiarello (PT), prestaram depoimento o filho de 10 anos e Dione Chiarello, esposa do vereador. Segundo o delegado Ronaldo Neckel Moretto, ninguém estava em casa na hora do homicídio.

Moretto disse ainda que não foram encontradas marcas de violação na porta de entrada da casa.

— Acreditamos que mais de uma pessoa esteja envolvida no caso — ressaltou o delegado que segue nas investigações para elucidar o caso.

Familiares, amigos e correligionários consideram que houve crime político, já que o vereador, que estava em seu segundo mandato, era conhecido na cidade por suas denúncias contra supostos atos de corrupção. Numa de suas denúncias conseguiu o afastamento do superintendente do bairro Efapi, Dalmir Peliciolli (PSD), por suspeita de improbidade administrativa.

Peliciolli, convocou a imprensa para uma coletiva, as 16h desta quarta-feira, no Gabinete na Câmara de Vereadores. Na pauta o caso da morte do vereador petista.

PT contrata advogado criminalista

O advogado criminalista Luiz Eduardo Greenhalgh, contratado pelo PT de Santa Catarina, já está em Chapecó. Ele vai acompanhar as investigações do caso. Durante a tarde ele participa de uma coletiva com a imprensa. Greenhalgh Também foi o advogado do partido encarregado de acompanhar as investigações do assassinato do ex-prefeito de Santo André/SP, Celso Daniel.

Texto: Diário Catarinense
Por: Juliano Zanotelli | juliano.zanotelli@rbsonline.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário