quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O que significa para você o dia de Finados?


Amigas e amigos, me permitam divagar sobre o dia de hoje.


Dois de novembro dia de finados, dos que já foram, estão em outro plano, em um patamar acima?

Bom cada um tem uma maneira de pensar e tem sua opinião formada sobre o tema MORTE.

Independente de religião, crença e ou espiritualidade de cada um, não conheço ninguém que aceite a MORTE com naturalidade, por quê?

NASCEMOS PARA VIVER E NÃO PARA MORRER

Sem entrar no mérito na questão do “pecado Original”, Por que morremos?
A resposta está no íntimo de cada um, a maneira com que fomos criados, a religiosidade que na maioria das vezes foi-nos passada ainda pelos nossos pais ou avós.

Qual de nós já não perdeu um ente querido, e gostaria que o tempo voltasse para poder abraçar nova mente, dizer eu te amo, você é muito importante em minha vida!
O tempo não volta jamais.

Ontem é passado, amanhã é futuro “uma incógnita” não sabemos se nele chegaremos.
Portanto façamos tudo que quisermos hoje, neste momento, vivamos intensamente como se não houvesse amanhã.

O importante é o presente.

Vamos fazer nossa parte, amar mais, sorrir mais, compreender nosso semelhante, aceitar as diferenças, e por que não buscar mais as coisas de Deus.
“A felicidade depende de cada um, e uma vida INFELIZ não é VIDA é MORTE.

A MENSAGEM A SEGUIR ENCONTREI NA INTERNET GOSTEI E POSTEI PARA OS AMIGOS


MENSAGEM O NASCER PARA O ALÉM...

Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.
Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los.
De retroceder no tempo e segurar a vida.
Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez.
Esse céu azul e misterioso.

Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos.
Sentimos, quando mergulhados em oração, o ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir.
Essa vontade de rever aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...
E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir.
Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!

Texto: Padre Juca
Adaptação: Sandra Zilio

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